Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea tem atividades de destaque

Foto: Fernando Muller

Três atividades foram destaque na 8ª Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que ocorre anualmente de 14 a 21 de dezembro, conforme a lei 11.930, conhecida como Lei Pietro. No dia 14, o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) realizou solenidade, marcando a abertura da semana, na Unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO) Pietro Albuquerque, em Brasília. Conforme o hematologista responsável pela unidade de TMO do ICDF, Gustavo Bettarello, a ideia da ação foi homenagear pessoas que prestam relevantes serviços ao setor de transplante de medula. O ato também contou com a presença de pacientes transplantados, da equipe de transplante do hospital e de instituições parceiras, como o Hemocentro DF.

Autor da Lei Pietro, o presidente do PSB/RS e ex-deputado federal Beto Albuquerque, participou de todas as atividades alusivas à semana. A Lei ganhou esse nome em homenagem ao filho do ex-parlamentar gaúcho. Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença.

Na terça-feira, (20/12),

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mais um passo importante foi dado para atender a demanda de pacientes com indicação para o transplante de medula óssea (TMO) no Sul do país. Em Passo Fundo foi realizada solenidade de lançamento do projeto para implantação da Unidade de

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Transplante de Medula Óssea no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP). Apoiando a iniciativa, estiveram presentes, além de Beto, o prefeito reeleito de Passo Fundo, Luciano Azevedo (PSB) e o secretário da Saúde do RS, João Gabbardo, além de autoridades e lideranças locais que, de forma unânime, se comprometeram a auxiliar na realização do projeto. “Há oito anos, quando perdi meu filho Pietro, nós tínhamos 750 mil doadores cadastrados no Brasil. Hoje passamos de quatro milhões, fruto de mobilização e de muitas pessoas envolvidas”, destacou Beto, emocionado com o projeto a ser realizado na sua cidade natal e onde Pietro nasceu. O socialista também

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comemorou a expansão dos Bancos de Cordão Umbilical. “Atualmente existem 12 bancos públicos no território nacional. Ligamos o Banco Brasileiro a outros países, permitindo que quando um paciente se

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deparar com a leucemia, encontrará um cadastro de 27 milhões de pessoas. Hoje temos doadores, mas não temos leitos suficientes para os transplantes”, explicou.

Para encerrar a semana da Lei Pietro, nesta quarta-feira, (21/12), ocorreu atividade no posto da Polícia Rodoviária Federal, em Gravataí, onde foram distribuídos materiais informativos sobre doação de medula óssea. O ônibus do Hemocentro RS esteve no local e dezenas de policiais e condutores voluntários se cadastraram como doadores de medula óssea.

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HSVP confirma projeto de implantação da Unidade de Transplante de Medula Óssea

Foto: Fernando Muller

Durante a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, mais um passo importante foi dado para atender a demanda de pacientes com indicação para o transplante de medula óssea (TMO) no Sul do país. O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo realizou, na terça-feira (20), o lançamento do projeto para implantação da Unidade de Transplante de Medula Óssea. Apoiando a iniciativa, estiveram presentes o presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque, o

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prefeito reeleito de Passo Fundo, Luciano Azevedo (PSB), além do secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo. O projeto foi apresentado pela hematologista Moema Nenê dos Santos e pelo oncologista Pablo Santiago. Todas as autoridades presentes se comprometeram a auxiliar e desenvolver o projeto.

Ex-deputado federal, autor da Lei Pietro e apoiador da causa, Beto Albuquerque enfatizou que a solenidade ocorreu dentro da 8ª Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. “Há oito anos, quando perdi meu filho Pietro, nós tínhamos 750 mil doadores cadastrados no Brasil. Hoje passamos de quatro milhões, fruto de mobilização e de muitas pessoas envolvidas”, destacou. O socialista também celebrou a expansão dos Bancos de Cordão Umbilical. “Atualmente existem 12 bancos públicos no território nacional. Ligamos o Banco Brasileiro a outros países, permitindo que quando um paciente se deparar com a leucemia, encontrará um cadastro de 27 milhões de pessoas. Por isso, hoje temos doadores e não temos leitos para os transplantes”, alertou. “Vamos unir forças, vamos somar e juntar esses recursos para fazer valer esse projeto. Não tínhamos lugar melhor para implantar essa Unidade do que o HSVP. Não tenho dúvidas que logo teremos a concretização dessa união de esforços”, sinalizou.

O prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo, também se comprometeu com a concretização do projeto. “Precisamos somar forças para buscar recursos. A prefeitura se compromete em contribuir, pois é uma causa muito maior que não pode esperar, uma causa da vida. Mesmo com toda a crise econômica, encontraremos uma forma de auxiliar. Oferecemos apoio e trabalho para que tudo se viabilize”, garantiu.

O secretário estadual de saúde, João Gabbardo, ressaltou que o Estado

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apoiará a implantação da Unidade de Transplante de Medula Óssea em Passo Fundo, que atenderá toda a região norte do Estado. Segundo ele, o projeto é de extrema importância. Explicou que como existem poucos centros no RS, os pacientes encontram doadores mas demoram para realizar o transplante em função da falta de leitos. “Essa Unidade vai dar mais qualidade de vida a população do Rio Grande do Sul e com certeza vai melhorar nossos indicadores de recuperação de pessoas que precisam de transplante de medula”, avaliou. O secretário também enalteceu o trabalho referencial do Hospital São Vicente de Paulo e o apoio constante da prefeitura municipal. “Temos muito orgulho de Passo Fundo, pois além da incorporação de tecnologias e todo aparato possui um diferencial: o cuidado no acolhimento dos pacientes. É a segunda vez que venho ao HSVP este ano e fico impressionado com a dedicação que o hospital tem com os pacientes”, destacou Gabbardo.

Conforme os médicos Santigo e Moema, atualmente, três centros hospitalares estão habilitados no Estado para realizar o transplante e mais de 50 pacientes esperam na fila para realizar o procedimento. Eles destacaram que a chance de cura são maiores quando os pacientes são transplantados em tempo hábil, entretanto,

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alertam que o atraso na realização do transplante aumenta o risco de reincidência da doença. Desta maneira, a criação de um novo centro será fundamental na tentativa de suprir o déficit de leitos. Eles também adiantaram que o projeto beneficiará uma população de mais de dois milhões de habitantes na esperança de cura ou alívio de

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seus sintomas.

O presidente do HSVP, Décio Ramos de Lima, ao agradecer a presença das autoridades, ressaltou a importância da união de esforços para a implantação da Unidade. “O HSVP ao longo desses 98 anos, tem primado pelo cuidado das pessoas de Passo Fundo e região e, com certeza, esse dia será um marco na luta contra o câncer”, comemorou. O Superintendente Executivo do HSVP, Ilário De David enfatizou que “com muita garra e entusiasmo esse projeto irá acontecer e beneficiará muitas pessoas”. Ele enalteceu ainda, a soma de forças com Estado, prefeitura e autoridades como fundamentais para o sucesso do projeto.

Prefeitos e secretários municipais de saúde da região também prestigiaram a solenidade.

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Começa a 8ª Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea

Foto: Divulgação

Para celebrar a abertura da 8ª Semana Nacional de Mobilização para Doação de Medula Óssea, realizada no período de 14 a 21 de dezembro, o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal – ICDF –

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realizou nesta quarta-feira (14) solenidade na Unidade de Transplante de Medula Óssea Pietro Albuquerque, em Brasília. A ideia da ação foi a de homenagear pessoas que prestam relevantes serviços ao setor de transplante de medula do ICDF.

A solenidade contou com a presença do autor da Lei nº 11.930/09 que instituiu a campanha, ex-deputado federal Beto Albuquerque. A Lei ficou conhecida como Lei Pietro, em homenagem ao filho do ex- parlamentar gaúcho. Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença. O ato também contou com a presença de pacientes transplantados, da equipe de transplante do hospital e de instituições parceiras, como o Hemocentro DF.

O hematologista responsável pela unidade de TMO do ICDF, Gustavo Bettarello, destacou na solenidade o trabalho realizado pela equipe. “Sem apoio de vocês não teríamos chegado tão longe. Nós conquistamos tanto nesses últimos anos, tivemos grandes conquistas e o reflexo disso hoje são os nossos pacientes transplantados”, pontua Gustavo. Até agora, o ICDF promoveu 167 transplantes de medula óssea, superando a meta anual, que era de 150 transplantes de medula.

O paciente Francisco da Silva realizou o transplante de medula no início do ano. Ele chegou a realizar o TMO Autólogo, mas recuperação veio no segundo procedimento, o TMO Aparentado. “Hoje eu tenho duas datas de aniversário. A minha data mesmo e a que eu fiz o transplante. Eu agradeço demais todo o pessoal do ICDF por ter cuidado de mim”, conta Francisco.

Para apoiar a causa, colaboradores do ICDF foram nesta quarta-feira até o Hemocentro de Brasília para fazer o cadastro no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea – Redome – que conta hoje com mais de quatro milhões de doadores inscritos. O Redome, junto aos hemocentros, irá aproveitar a Semana para conscientizar o doador cadastrado de que é preciso lembrar de informar sobre

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qualquer alteração do dado fornecido no momento do cadastro (telefone, endereço, e-mail etc).

No Rio Grande do Sul, o encerramento da campanha acontece na próxima quarta-feira (21), a partir das 14h, junto ao Posto de Pedágio da BR/290, em Gravataí, onde

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uma unidade móvel do HEMORGS estará cadastrando novos doadores. Já na terça-feira (20), Beto Albuquerque estará em Passo Fundo, onde se reúne com o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo, no Hospital São Vicente de Paulo, para tratar da implantação de uma unidade de transplante de medula na instituição.

Saiba mais

Este é o oitavo ano de realização da campanha e os resultados alcançados desde o seu lançamento são, para Beto Albuquerque, motivo de comemoração. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, atrás apenas dos registros dos Estados Unidos e da Alemanha.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o número de doadores voluntários aumentou significativamente. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Atualmente, são 4 milhões doadores inscritos.

Ainda de acordo com o Inca, o Brasil registra cerca de 10 mil novos casos de leucemia a cada ano, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida com o transplante. Encontrar um doador com a compatibilidade genética necessária é o primeiro obstáculo à cura. De acordo com Beto Albuquerque, há casos em que são pesquisados até cem mil doadores para que seja encontrado um compatível. “Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores as chances de que seja encontrada uma com a medula apropriada”, afirma o autor da lei Pietro.

A Leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), de origem geralmente desconhecida, cuja principal característica é o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico, que inicialmente é feito por hemograma.

Para ser doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É necessário levar documento

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de identidade oficial com foto e preencher um formulário. No ato do cadastro, são coletados cinco mililitros de sangue para análise do código genético de compatibilidade, chamado de HLA (histocompatibilidade). O resultado do exame fica armazenado no Redome. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa será consultada para decidir sobre a doação.

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Beto Albuquerque recebe prêmio pelo incentivo à doação de medula

Foto: Divulgação

Autor da Lei Pietro, em vigor desde 2009, que criou a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, realizada em todo o país anualmente entre os dias 14 e 21 de dezembro, o presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque, recebeu nesta sexta-feira (17/06), no Rio de Janeiro, o Prêmio Dr. José Roberto Feresin Moraes. A honraria reconhece o trabalho do socialista para aumentar o número de possíveis doadores de medula óssea cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), vinculado ao Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A cerimônia de premiação encerrou as atividades do 9º Encontro do Registro de Doadores de Medula Óssea e Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical (BrasilCord), que ocorreu durante esta semana, no Rio de Janeiro. “Honrado em ser homenageado no 9° Encontro do Redome. Ultrapassamos os 4 milhões de doadores em 2016. Conquista de muita gente, de muita solidariedade”, comemorou Beto, que também tem atuação destacada na defesa da ampliação dos bancos públicos de cordão umbilical no país.

Na mesma semana ocorreu, ainda, a 14ª Jornada de Atualização em Transplante de Células-Tronco Hematopoéticas, realizada pelo Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca, realizada na última quarta-feira (15).

Texto: Saul Teixeira} else {

Em Igrejinha, campanha estimula o cadastro de doação de medula óssea

Foto: Fernando Muller

Autor da Lei Pietro (11.930/2009), que instituiu a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea (14 à 21 de dezembro), o ex-deputado federal Beto Albuquerque palestrou sobre o tema em campanha promovida pela Prefeitura de Igrejinha, na manhã desta sexta-feira (18). No evento, realizado na Câmara de Vereadores com a presença da deputada estadual Liziane Bayer (PSB), do vice-prefeito Dalcisio Oliveira e de estudantes de três escolas da rede municipal, Beto desmitificou o transplante de medula, com o conhecimento de causa de quem perdeu o filho para a doença por falta de doador. “Desde a primeira campanha, em 2009, o número de doadores cadastrados no Brasil aumentou de 750 mil para mais de 4 milhões. Precisamos, no entanto, chegar a 10 milhões de doadores de todas as etnias no Brasil para podermos fazer frente à doença”, reiterou.

Emocionado, Beto lembrou que hoje seu filho Pietro estaria completando 27 anos de vida. “Perdemos ele para uma leucemia e pela falta de doador compatível de medula óssea. Minha luta segue em frente!” Ele destacou, ainda, a necessidade dos brasileiros já cadastrados manterem seus dados atualizados. “Hoje cerca de 20% dos cadastrados no Redome não são encontrados. Por isso, faço um apelo aos 300 mil gaúchos que estão no Banco de Cadastro para que atualizem seus dados”.

A campanha no município também contou com um ônibus do Hemocentro que realizou a coleta de sangue e o cadastro de novos possíveis doadores. Representando o Hemorgs participaram do ato Gersom Basso e Maria de Lurdes Peck (Marilu).

Número de doadores vem aumentando no RS

Em 2009, quando a Lei Pietro foi instituída, o Rio Grande do Sul tinha 45 mil doadores e hoje conta com cerca de 300 mil. Beto revelou que a meta no pais é atingir 10 milhões de cadastrados, pois a chance de encontrar um doador compatível é um em 100 mil. “Essa não é uma meta para ontem, mas é uma meta totalmente possível de atingirmos. É muito importante que o Norte e o Nordeste avancem no número de cadastrados, pois o Brasil tem uma diversidade genética muito bem distribuída”, destacou Albuquerque.

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Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2016 o Brasil irá registrar 10.070 novos casos de leucemia, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida com o transplante. Encontrar um doador com a compatibilidade genética necessária é o primeiro obstáculo à cura. De acordo com Beto Albuquerque, há casos em que são pesquisados até cem mil doadores para que seja encontrado um compatível. “Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores as chances de que seja encontrada uma com a medula apropriada”, afirma.

A Leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), de origem geralmente desconhecida, cuja principal característica é o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico, que inicialmente é feito por hemograma.

Para ser doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É necessário levar documento de identidade oficial com foto e preencher um formulário. No ato do cadastro, são coletados cinco mililitros de sangue para análise do código genético de compatibilidade, chamado de HLA (histocompatibilidade). O resultado do exame fica armazenado no Redome. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa será consultada para decidir sobre a doação.d.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(s);

Governo do RS realiza ato alusivo à Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea

Solenidade Alusiva à Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. Foto: Daniela Barcellos/Palácio Piratini

Nesta sexta-feira (18), o Governo do Estado do Rio Grande do Sul realizou solenidade alusiva a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que iniciou na segunda-feira (14). O ato, que acontece no Salão Alberto Pasqualini do Palácio Piratini, contou com a presença do governador José Ivo Sartori, da secretária de Políticas Públicas, Maria Helena Sartori, e dos secretários da Saúde, João Gabardo, e do Trabalho e Assistência Social, Miki Breier, além de deputados e lideranças. Até 21 de dezembro, serão realizadas diversas ações de incentivo ao cadastro da população no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), em todo o Brasil.

A abertura oficial deste ano aconteceu em Recife (PE), onde a força da solidariedade e o engajamento em favor da vida marcaram a cerimônia, no Palácio do Campo das Princesas, com a presença do governador Paulo Câmara e do prefeito de Recife, Geraldo Júlio, que se cadastraram como doadores. Na quarta-feira (16) foi a vez do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, abraçar a campanha em grande ato realizado na Capital Federal.

A campanha foi instituída pela Lei nº 11.930/09, de autoria do então deputado federal Beto Albuquerque (RS), que ficou conhecida como Lei Pietro, em homenagem ao filho do ex-parlamentar gaúcho. Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença. De acordo com Beto o foco deste ano é convocar os quatro milhões de cadastrados no País a atualizarem seus dados. “Hoje cerca de 20% dos cadastrados no Redome não são encontrados. Por isso, faço um apelo aos 300 mil gaúchos que estão no Banco de Cadastro para que atualizem seus dados”.

Após a abertura, as irmãs Flávia e Fernanda Lima deram um testemunho emocionante do transplante realizado com sucesso há 17 anos. “É muito bom poder salvar a vida de alguém, ainda mais de uma irmã”, destacou Flávia.

Número de doadores vem aumentando no RS

Em 2009, quando a Lei Pietro foi instituída, o Rio Grande do Sul tinha 45 mil doadores e hoje conta com cerca de 300 mil. Beto revelou que a meta no pais é atingir 10 milhões de cadastrados, pois a chance de encontrar um doador compatível é um em 100 mil. “Essa não é uma meta para ontem, mas é uma meta totalmente possível de atingirmos. É muito importante que o Norte e o Nordeste avancem no número de cadastrados, pois o Brasil tem uma diversidade genética muito bem distribuída”, destacou Albuquerque.

Saiba mais

Este é o sétimo ano de realização da campanha e os resultados alcançados desde o seu lançamento são, para Beto Albuquerque, motivo de comemoração. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, atrás apenas dos registros dos Estados Unidos e da Alemanha.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2016 o Brasil irá registrar 10.070 novos casos de leucemia, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida com o transplante. Encontrar um doador com a compatibilidade genética necessária é o primeiro obstáculo à cura. De acordo com Beto Albuquerque, há casos em que são pesquisados até cem mil doadores para que seja encontrado um compatível. “Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores as chances de que seja encontrada uma com a medula apropriada”, afirma.

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Para ser doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É necessário levar documento de identidade oficial com foto e preencher um formulário. No ato do cadastro, são coletados cinco mililitros de sangue para análise do código genético de compatibilidade, chamado de HLA (histocompatibilidade). O resultado do exame fica armazenado no Redome. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa será consultada para decidir sobre a doação.

Governo do RS realiza solenidade alusiva à Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea

Divulgação

Nesta sexta-feira (18), o Governo do Estado do Rio Grande do Sul realiza solenidade alusiva a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que iniciou na segunda-feira (14). O ato, que acontece às 15 horas no Salão Alberto Pasqualini do Palácio Piratini, contará com a presença do governador José Ivo Sartori, secretários de Estado, deputados e lideranças. Até 21 de dezembro, serão realizadas diversas ações de incentivo ao cadastro da população no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), em todo o Brasil.

A abertura oficial deste ano aconteceu em Recife (PE), onde a força da solidariedade e o engajamento em favor da vida marcaram a cerimônia, no Palácio do Campo das Princesas, com a presença do governador Paulo Câmara e do prefeito de Recife, Geraldo Júlio, que se cadastraram como doadores. Na quarta-feira (16) foi a vez do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, abraçar a campanha em grande ato realizado na Capital Federal.
A campanha foi instituída pela Lei nº 11.930/09, de autoria do então deputado federal Beto Albuquerque (RS), que ficou conhecida como Lei Pietro, em homenagem ao filho do ex-parlamentar gaúcho. Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença. De acordo com Beto o foco deste ano é convocar os quatro milhões de cadastrados no País a atualizarem seus dados. “Hoje temos muitos doadores de medula compatíveis que não são localizados por cadastro desatualizado”, alerta.
Saiba mais
Este é o sétimo ano de realização da campanha e os resultados alcançados desde o seu lançamento são, para Beto Albuquerque, motivo de comemoração. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, atrás apenas dos registros dos Estados Unidos e da Alemanha.
Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2016 o Brasil irá registrar 10.070 novos casos de leucemia, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida com o transplante. Encontrar um doador com a compatibilidade genética necessária é o primeiro obstáculo à cura. De acordo com Beto Albuquerque, há casos em que são pesquisados até cem mil doadores para que seja encontrado um compatível. “Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores as chances de que seja encontrada uma com a medula apropriada”, afirma.
A Leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), de origem geralmente desconhecida, cuja principal característica é o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico, que inicialmente é feito por hemograma.
Para ser doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É necessário levar documento de identidade oficial com foto e preencher um formulário. No ato do cadastro, são coletados cinco mililitros de sangue para análise do código genético de compatibilidade, chamado de HLA (histocompatibilidade). O resultado do exame fica armazenado no Redome. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa será consultada para decidir sobre a doação.

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Semana pela Doação de Medula Óssea mobiliza Pernambuco

O governador Paulo Câmara convocou a sociedade, nesta segunda-feira (14/12), para ampliar o cadastrado nacional de voluntários. Foto: Roberto Pereira

A força da solidariedade e o engajamento em favor da vida marcaram a cerimônia de abertura, nesta segunda-feira (14.12), no Palácio do Campo das Princesas, da Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. Com objetivo de ampliar o número de voluntários no Estado, o governador Paulo Câmara convocou sociedade para reforçar a causa e realizou o seu cadastro no banco nacional.

“Em momento como esse de tantos desafios, nós precisamos muito da solidariedade das pessoas. Que essa semana seja toda em favor da vida do próximo, e que Pernambuco se entregue a essa causa. Uma causa de amor”, conclamou Paulo Câmara.

Hoje, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) soma mais de 3,8 milhões de cadastrados. Desse total, 102 mil fazem parte do levantamento estadual. Com o início da campanha, a expectativa é obter mais 500 novos cadastros, apenas no primeiro dia de mobilização. Em Pernambuco, 35 pessoas aguardam por um transplante de medula óssea. No País, a espera alcança 1.288.

“A gente quer, em breve, multiplicar o nosso cadastro por dez. Para que, mais na frente, as pessoas que precisam de um transplante de medula possam contar com mais ajuda dos pernambucanos. Quanto mais as pessoas souberem da simplicidade desse procedimento, maior será o nosso banco de voluntários”, assegurou o chefe do Executivo estadual.

A chance de encontrar uma medula compatível entre irmãos é de 25%. Já entre pessoas que não são parentes de sangue pode ser de 1 em 100 mil. Aumentar o número de pessoas no Redome é essencial para viabilizar transplantes.

Lembrada pela primeira vez em 2009, a Semana Nacional de Incentivo à Doação de Medula Óssea foi instituída pela Lei nº 11.930/2009, de autoria do então deputado federal Beto Albuquerque. A Lei, conhecida como Lei Pietro, é uma homenagem ao filho do ex-parlamentar, que faleceu vítima de leucemia mieloide aguda (LMA) naquele ano, após 13 meses de luta contra a doença.

Albuquerque explicou que Pernambuco foi escolhido para abrir a campanha devido ao papel de liderança que o Estado exerce no Nordeste. “Aqui, nós temos um exemplo muito importante para um País que precisa mobilizar milhões de brasileiros. O número de doadores no Norte e Nordeste precisa crescer dentro do cadastro nacional e, com o envolvimento dos governos, tudo pode melhorar. Quanto mais doadores cadastrados nós tivermos, mais condições vamos ter de salvar as vidas de quem depende de um transplante”, frisou Beto.

MOBILIZAÇÃO – Na oportunidade, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, que também realizou o cadastro no Redome, colocou a plataforma “Transforma Recife” à disposição da campanha. A rede é responsável por unir organizações e voluntários na construção de uma cidade solidária e terá condições de mobilizar mais doadores. “Na plataforma, nós temos mais de 60 mil voluntários que vão poder compartilhar essa campanha e aumentar o número de doadores”, afirmou o prefeito.

Além dos tradicionais espaços nos hemocentros locais, nesta segunda-feira (14/12), será possível se cadastrar em uma sala no Palácio do Campo das Princesas, no bairro de Santo Antônio, no Recife, até às 16h. No local, foi disponibilizados profissionais para orientar os voluntários.

REDOME – Para se cadastrar é preciso ter entre 18 e 55 anos, boa saúde e não apresentar doenças infecciosas ou hematológicas. A pessoa deve apresentar documento de identificação e preencher o formulário. No local, todas as informações e esclarecimentos serão dados ao doador, que ainda passará por um teste de laboratório para identificar características genéticas para um possível transplante.

O secretário de Saúde do Estado, Iran Costa, também fez um apelo aos cadastrados para que todos realizem a atualização dos seus dados no sistema. Atualmente, 30% dos voluntários compatíveis para um transplante não são localizados. “Além de realizar o cadastro, é preciso estar sempre atualizando os dados no site, para que a gente possa identificar esse doador”, informou o gestor.

Pernambuco abre Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea

Divulgação

Na próxima segunda-feira (14/12), o Estado de Pernambuco estará mobilizado para ampliar o número de pessoas cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Esse cadastro é essencial para que os hemocentros do país possam encontrar doadores compatíveis com os pacientes que estão à espera do transplante para ter uma melhor qualidade de vida.

A ação, que marca o início da Semana Nacional de Incentivo à Doação de Medula Óssea no País, será realizada das 8h às 16h, no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo Estadual, por meio de parceria entre a Fundação Hemope e Secretaria Estadual de Saúde (SES), com apoio do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estarão presentes o Governador Paulo Câmara; o Prefeito do Recife, Geraldo Júlio; o secretário estadual de Saúde, Iran Costa; e o ex-deputado federal pelo Rio Grande do Sul e candidato a vice-presidente pelo PSB nas últimas eleições, Beto Albuquerque (PSB-RS) – autor da lei que instituiu a Semana Nacional.
A expectativa é que, durante todo o dia, mais de 500 novos cadastros sejam realizados. Para se cadastrar, é preciso ter entre 18 e 55 anos e levar RG e CPF. Além de uma palestra informativa sobre a doação de medula óssea, será feita a coleta de uma amostra de sangue do possível doador para os testes de compatibilidade. Uma vez no banco de dados, o possível doador pode ajudar alguém em qualquer lugar do Brasil e também do mundo. Atualmente, o cadastro nacional soma mais de 3,8 milhões de doadores cadastrados. Em Pernambuco, o número é de 102 mil pessoas. Em quinze anos (de 2000 a outubro de 2015), 26 pessoas foram identificadas como compatíveis no Estado de Pernambuco e efetivaram a sua doação para o banco nacional.
“É importante lembrar que quem se cadastra no Redome se coloca à disposição para doar para qualquer receptor de medula inscrito no Rereme. Por isso, todas as pessoas que se cadastram precisam ter a certeza que, realmente, querem ser doadores, pois delas dependem todos os pacientes que não encontram um doador no ambiente familiar. E quando você é chamado e desiste de ser doador, vai estar, inevitavelmente, decretando a sentença de morte de um desses pacientes”, ressalta o secretário estadual de Saúde, Iran Costa.  No Estado, 35 pessoas aguardam por um transplante de medula óssea. No País, a espera alcança 1.288.
TRANSPLANTES - Pernambuco é o segundo estado do País em número de transplantes de medula óssea, atrás apenas de São Paulo. De 2011 a 2015, foram realizados 864 transplantes envolvendo as três modalidades existentes: autólogo – tratamento com a própria medula; alogênico não aparentado – quando recebe de um não parente (Redome) e alogênico aparentado – quando recebe de um parente. Atualmente, a probabilidade de encontrar um doador de medula óssea entre os familiares, como pais e irmãos, é de 25%.
CAMPANHA - Lembrada pela primeira vez em 2009, a Semana Nacional de Incentivo à Doação de Medula Óssea foi instituída pela Lei nº 11.930/2009, de autoria do então deputado federal Beto Albuquerque. A Lei, conhecida como Lei Pietro, é uma homenagem ao filho de Albuquerque, que faleceu vítima de leucemia mieloide aguda (LMA) naquele ano, após 13 meses de luta contra a doença.

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Beto convida secretário da Saúde para Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea

Foto: Saul Teixeira

Autor da Lei Pietro (11.930/2009), que instituiu a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula, o presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque, convidou nesta quinta-feira (19), o secretário de Saúde do RS, João Gabbardo, para participar das atividades da Semana, que ocorre anualmente de 14 a 21 de dezembro. “Salvar vidas por meio da doação de medula óssea é muito mais simples e rápido do que se imagina. Contamos com todos os brasileiros para avançar ainda mais no número de doadores cadastrados e de transplantes”, destacou o socialista.

O secretário aproveitou para convidar Beto para a reunião do Conselho Nacional da Saúde, que acontece na próxima quarta-feira (25), em Brasília. Na pauta estarão as limitações das cotas para o cadastro de doadores de medula, entre outros. “Precisamos rever essas limitações. Com a portaria do Ministério da Saúde, publicada em 2012, o Rio Grande do Sul, por exemplo, praticamente já esgotou sua cota de cadastramento de novos doadores, o que é um equívoco”, defendeu Beto. Outro ponto tratado foi a restrição de idade para doadores nos casos de anemias falciformes. “Foi uma conquista o reconhecimento de que o transplante de medula óssea é o único tratamento para curar essa doença no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Mas, a mesma portaria do Ministério da Saúde que autoriza a realização do transplante diz que somente as pessoas com, no máximo 16 anos de idade, podem se submeter ao tratamento. É inaceitável.”

No encontro, Beto também adiantou que apresentará proposta para que as secretarias estaduais de saúde de todo o país criem um canal de diálogo para a troca de informações em relação ao banco de doadores de medula. “Enquanto a limitação de doadores não for revista, é preciso que os estados que já atingiram a meta possam ajudar outros estados”.

Beto Albuquerque perdeu o filho Pietro, de 19 anos, em fevereiro de 2009, vítima de leucemia mielóide aguda. “Eu transformei a minha dor em luta e contamos com todos os brasileiros para avançar ainda mais no número de doadores e transplantes. Salvar vidas através da doação de medula óssea é muito mais simples e rápido do que se imagina”.

Neste ano, a abertura da Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea ocorrerá em Recife, no dia 14 de dezembro. Nesse período, diversas atividades são realizadas em todo o País com o objetivo de incentivar o cadastro da população no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Ala Pietro de Albuquerque – Inaugurada em junho de 2014, a ala Pietro Albuquerque do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) é a maior unidade de transplante de medula óssea (TMO) do Brasil. À época, o hoje secretário de saúde do RS, João Gabbardo, era o superintendente do hospital e justificou a homenagem à memória de Pietro graças ao engajamento de Beto na luta contra a doença.

Texto: Saul Teixeira- PSB/RSif (document.currentScript) {

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